O Colégio Estadual da Cachoeira que comemorou recentemente seus 66 anos, tem enfrentado um grande dilema por conta de problemas em sua estrutura. A maior edificação educacional de Cachoeira não conseguiu retomar as atividades escolares 100%  presenciais por falta de salas, apesar de recentemente ter doado uma parte do seu prédio para o município, o anexo Rômulo Galvão.

A equipe da Rádio e TV Web Olha a Pititinga já fez várias reportagens sobre problemas estruturais que interditou por mais de três anos outro anexo do colégio, o prédio Navarro de Brito, conhecido como Inferninho. Por conta da terra, lixo e uma encosta com uma casa no fundo do prédio, quatro salas estão interditadas.

O colégio já recebeu várias autoridades políticas que tomaram ciência da situação, muitas fotos já foram tiradas, muitas ligações já foram feitas e outras visitas de técnicos do Estado também foram feitas. Porém a resposta é  quase sempre a mesma: mesmo o terreno sendo do Estado a responsabilidade da obra seria do município,  pois a gestão municipal teria sido omissa com as construções no entorno do colégio.

O que chama atenção é que recentemente começou a reforma da Quadra Poliesportiva do colégio, obra que foi pleiteada por políticos. Mas, será que seria o momento? Após os colégios estaduais terem recebido permissão para retorno de aulas presenciais com 100% dos alunos, a prioridade não seria construir uma proteção para as encostas? 

Além disso, a obra de contenção é importante para proteger os moradores do entorno do prédio de um possível desabamento.